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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Roberto Costa critica os 100 dias de administração em São Luís


O líder do Bloco Parlamentar pelo Maranhão, deputado Roberto Costa (PMDB), usou a tribuna da Assembleia Legislativa para fazer um alerta para o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, em relação à administração da cidade de São Luís, que completou 100 dias.
Costa lembrou que votou em Edivaldo Holanda Júnior no segundo turno, por acreditar em uma mudança das práticas da administração passada, mas que agora não conseguia visualizar nada diferente. “No segundo turno me posicionei ao lado do atual prefeito Edivaldo Holanda Júnior, posicionei-me porque achava que entre os dois candidatos, um eu já tinha uma restrição pela sua administração e tinha sido um crítico muito forte, discuti a questão da estrutura da cidade, a questão das ruas, da iluminação pública, do lixo na cidade, a questão do IPTU e apostei naquela renovação porque acreditava que poderia ser diferente da forma que vinha sendo tratada a cidade de São Luís. Hoje completam 100 dias administração municipal do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e para tristeza nossa, da nossa cidade, não vi até agora nada diferente do que a cidade se encontrava”, afirmou. 
Roberto Costa concorda que 100 dias é pouco tempo para apresentar uma mudança efetiva, mas alerta para o rumo que a administração do prefeito Edivaldo Holanda Júnior está tomando. “Não quero responsabilizar o prefeito Edivaldo em função da péssima administração que se tem hoje, sei que 100 dias é muito pouco. O que eu quero aqui é alertar para o caminho que ele tem tomado em relação a sua administração que ele possa rever para que a gente possa vir, nesta Tribuna, fazer elogios a sua administração”, disse Costa.
Alguns deputados manifestaram apoio à colocação do deputado Roberto Costa, a exemplo da deputada Eliziane Gama e do deputado Manoel Ribeiro. “Deputado Roberto, eu queria cumprimentá-lo, é importante nesse debate essa avaliação, na verdade, não é uma avaliação que acontece apenas em São Luís, é no Brasil todo, faz hoje nos 100 dias de governo municipal uma avaliação, uma reflexão do que é esse governo, os governos que estão aí realmente instalados. Eu acho que o grande diferencial em relação ao Edivaldo, deputado, é porque se votou no Edivaldo pelo sentimento da renovação, da mudança. Eu e V. Exa. nesta Casa, por várias vezes, fizemos um debate sobre a situação de São Luís que era extremamente preocupante e grave, mas que, nesses três meses, nesses 100 dias, realmente, de governo municipal, a gente não consegue assim uma marca, a gente não consegue sentir essa sensação, de fato, de renovação e de mudança que foi tanto pregada, durante o período eleitoral. Essa questão da renovação não tem que ser apenas a idade, tem que ser apenas muito mais do que isso”, destacou Eliziane Gama.
O deputado Manoel Ribeiro concordou com Roberto Costa e afirmou que em outros municípios e estados brasileiros, a situação é diferente. “Eu não tenho nada contra o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, mas eu acho que o negócio está meio parado, a viola tem que afinar. O Secretário de Saúde não sabe para aonde vai saúde. Não se ouviu falar ainda que ele tenha pago nenhuma conta do governo anterior. Se nós formos ao vizinho Estado do Piauí, o senhor Firmino lá lançou cem dias de governo, inaugurou até viadutos e aqui é só reclamações”, frisou Manoel Ribeiro.
“Acho que a preocupação de todos os deputados aqui desta Casa, inclusive dos que já se pronunciaram, é exatamente nesse sentido, isto é, alertar o prefeito Edivaldo sobre o fato de que, no caminho em que está seguindo a administração dele, ele não vai conseguir atender a esperança da população de São Luís que votou nele. Precisamos fazer esse alerta primeiro porque temos aqui um compromisso com a cidade de São Luís. Eu, particularmente, votei no Edivaldo no segundo turno, então, tenho mais ainda essas condições também de cobrar o prefeito porque dei o meu voto, dei o meu apoio a ele, mas agora preciso alertar até para que eu possa no futuro, se tiver que tomar alguma posição, que não venha a ser uma decisão política, mas sim uma decisão em função do tratamento que é oferecido à nossa população”, finalizou Roberto Costa.

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