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sexta-feira, 25 de março de 2011

NOTÍCIA-CULTURA.

Geração Beat

Poeta Claudio Willer ministra palestra e lança livro nesta hoje, sexta.

Literatura na agenda cultural de São Luís. O poeta, tradutor e ensaísta paulista, Cláudio Willer, ministrará nesta sexta-feira, 25, a palestra “A Geração Beat”. Na ocasião, Willer também faz o lançamento com sessão de autógrafos do livro “Geração Beat” (L&PM Pocket). A palestra acontece nesta sexta-feira, 25 de março, às 18h, no Centro de Criatividade Odylo Costa Filho, Centro histórico de São Luís (MA).

A palestra é gratuita. A promoção é da Universidade Federal do Maranhão, por meio do Departamento de Assuntos Culturais/Proex, com apoio do Sesc, Fundação Sousândrade e Poeme-se. Abrindo a programação acontecerá uma série de leituras de poemas da Geração Beat, interpretados pelos poetas maranhenses Celso Borges, Eduardo Júlio, Fernando Abreu, Josoaldo Rego e Paulo Melo Sousa.

“Geração Beat” foi o movimento literário de vanguarda artística com ramificações na música e na fotografia. “Foi um sopro de ar fresco na cultura norte-americana dos anos 50. Manifestou-se por meio de um grupo de jovens escritores que extrapolaram a arte e a vida transformando-as numa explosão criativa, embalada pelo êxtase das drogas, em busca de experiências transcendentais”, afirma Cláudio Willer.

“O companheirismo de Jack Kerouac, Allen Ginsberg, William Burroughs, Neal Cassady, Gregory Corso, Lawrence Ferlinghetti, Carl Solomon, entre outros, deu origem a uma das mais originais manifestações culturais de meados do século XX, que até hoje surpreende e fascina milhares de leitores”. A expressão “beat generation” surgiu em uma conversa entre Jack Kerouac e John Clellon Holmes em 1948.

“Os dois poetas discutiam a natureza das gerações, lembrando o glamour da lost generation (geração perdida), e Kerouac disse: “Ah, isso não passa de uma geração beat”. Falavam sobre ser ou não uma “geração encontrada” (como Kerouac às vezes a denominava), uma “geração angélica”, ou qualquer outro epíteto”, diz willer.. Mas Kerouac descartou a questão e disse “geração beat” – não para nomear a geração, mas para desnomeá-la. “A conversa foi, acrescente-se, no apartamento onde Ginsberg morava, no Harlem. A expressão aparece em Go, de John Clellon Holmes3, narrativa escrita naquele período e publicada em 1952, que está na raiz do mito beat”.

UMA BOA SEXTA!

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