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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

NOTÍCIA- ESTUDO.

BOM DIA GENTE LINDA DESSE ESTADO MARAVILHOSO CHAMADO MARANHÃO E O PAÍS EXUBERANTE COMO O NOSSO QUERIDO BRASIL. QUERO PEDIR DESCULPA PARA OS AMIGOS BLOQUEIROS QUE ESTIVE AUSENTE POIS ESTOU AINDA DOENTE DESSA GRIPE QUE ME PEGOU DE JEITO, POIS BEM HOJE VOU POSTAR UM ESTUDO MUITO IMPORTANTE:
- Genes determinam sexualidade precoce, indica estudo da New Scientist

Pais ausentes podem esperar, sempre, uma saraivada de tiros. Eles já foram acusados pela emancipação sexual dos filhos, mas agora pesquisadores sugerem que os genes, e não necessariamente a ausência paterna, podem ser o fator principal da manifestação da sexualidade precoce. Vários estudos têm mostrado que, em famílias nas quais o pai biológico está ausente, crianças atingem maturidade sexual, têm sua primeira experiência com sexo e são mais propensas a se tornarem pais adolescentes. Estudo exime a responsabilidade do pai ausente na sexualidade precoce de crianças; outros especialistas discordam do trabalho Se não ter um pai por perto é um fator de estresse ou se o fato de uma mãe solteira não conseguir exercer a tarefa de vigilância no lugar de um casal são assuntos muito debatidos. Jane Mendle, da Universidade de Oregon (EUA), e seus colegas suspeitam que os genes podem desempenhar um papel maior do que o já conhecido. A idade da maturidade sexual e da primeira experiência no assunto é transmitida por genes. Então, a equipe decidiu observar se os familiares de crianças cujos pais são ausentes demonstram tendências genéticas semelhantes. Na família Os dados examinados foram coletados em uma pesquisa na qual 1.382 nascidos eram geneticamente relacionados: gêmeos, irmãos ou primos. As mães foram entrevistadas no período compreendido entre 1979 e 1994, em um intervalo de dois em dois anos. Os filhos também foram entrevistados, quando chegavam aos 14 anos. Dentre as questões propostas, os adolescentes foram questionados no que se refere à primeira relação sexual. Os pesquisadores observaram que, quanto mais próximas geneticamente as crianças eram, igualmente próximas estavam também na idade da primeira relação sexual, independentemente dos pais ausentes. A genética, eles argumentam, tem mais influência no assunto do que a ausência paterna. Mendle diz que é possível que os genes responsáveis pela propensão dos homens à ausência paterna também contribuem para a maturação sexual mas nem todos concordam. Bruce Ellis, da Universidade do Arizona, disse que a pesquisa não leva em conta o ambiente de vivência --já que filhos de irmãs (primos) vivem em casas separadas--, tampouco os genes, uma vez que filhos de irmãs compartilham apenas 12,5% de similaridade genética. Jay Belsky, psicólogo da Universidade de Londres, disse que o trabalho não leva em consideração como os genes e o ambiente trabalham em conjunto. Mendle concorda que as explicações genéticas e que o ambiente muitas vezes trabalham em conjunto --e acrescenta que os pais responsáveis pela transmissão de determinados traços genéticos também podem transmiti-los socialmente. http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u624692.shtml
- Em um ano, Brasil tem queda de 7,9% em partos de adolescentes JULLIANE SILVEIRA - da Folha de S.Paulo Um balanço do Ministério da Saúde mostra que o número de partos realizados na rede pública em meninas de dez a 19 anos caiu 7,9% de 2007 para 2008 -de 527.341 partos para 485.640. Nos últimos dez anos, o SUS registrou queda de 30%. De 2007 para 2008, a redução de casos no Estado de São Paulo foi semelhante: de 80.886 casos para 73.876, o que equivale a 8,6% de queda. Em dez anos, a diminuição foi de 31,8%. "Em São Paulo, podemos dizer que, antes, os adolescentes conheciam os métodos anticoncepcionais e não usavam. Houve uma mudança de comportamento, o que também reflete na queda dos casos de HIV no Estado", diz Albertina Takiuti, coordenadora do Programa de Saúde do Adolescente do Estado de São Paulo. A região Sudeste, ao lado do Sul e do Centro-Oeste, teve a maior redução de partos em adolescentes na última década (36%). Os Estados que tiveram maior queda foram Rondônia (51,7%), Rio de Janeiro (48,7%) e Goiás (46,1%). O único Estado que registrou aumento foi o Amapá, com 39,2% mais casos. Para o ministério, a diminuição de partos nessa faixa etária se deve principalmente às políticas de prevenção e orientação, como distribuição de preservativos e informações sobre métodos anticoncepcionais. "Se pegarmos dados que trazem fecundidade, parto e nascidos vivos, percebemos que houve redução no número de adolescentes grávidas no Brasil", afirma Thereza de Lamare, coordenadora da área de Saúde do Adolescente e do Jovem do Ministério da Saúde. Acompanhamento O Ministério da Saúde distribuirá até outubro cadernetas para o acompanhamento da saúde de adolescentes em 433 cidades brasileiras. Nelas, haverá informações sobre saúde sexual, alimentação, puberdade e drogas, entre outras. O material ficará com o adolescente, que deverá levá-lo ao médico para acrescentar dados sobre vacinas tomadas, índice de massa corpórea e estatura. http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u627923.shtml
ABRAÇÃO E UMA BOA SEXTA.
BY WILLIAM SANTOS.

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