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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

NOTÍCIA - UTILIDADE PÚBLICA.

“QUEBRANDO O SILÊNCIO”

Quebrando o Silêncio chega à nona edição para reduzir abusos e violência doméstica Projeto quer ajudar a mudar realidade. No Maranhão, por exemplo, maior parte da violência doméstica ocorre por abuso físico Em agosto, toma força, em toda a América do Sul, campanha liderada pela Igreja Adventista do Sétimo Dia chamada Quebrando o Silêncio. Há oito anos, a iniciativa tem o objetivo de oferecer informações a fim de reduzir os abusos contra crianças, mulheres e idosos. A campanha acontece o ano inteiro, mas tem uma maior movimentação no quarto sábado do mês de agosto, data classificada como Dia da Ênfase Contra o Abuso e a Violência. Os números comprovam a necessidade de conscientização a respeito do assunto. Dados da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia) indicam que, no Brasil, 40% dos abusos ocorrem com violência física, sendo que 76% das vítimas de abuso sexual são meninas, 37% com menos de 11 anos de idade. Segundo Wiliane Marroni, coordenadora sul-americana do projeto, na prática adventistas e simpatizantes da causa são estimulados a desenvolver atividades que dêem divulgação ao projeto, ou seja, que ajudem a evitar novas vítimas e alertar as famílias. Em 2009, mais de 1 milhão de folhetos serão entregues e mais de 500 mil revistas, tanto voltadas ao público adulto, quanto às crianças. A novidade, em 2009, é uma revista chamada Quebrando o Silêncio – Turma da Paz, com linguagem acessível a crianças e adolescentes, que trata da questão dos abusos através de histórias e ilustrações. As revistas direcionadas aos adultos mostram reportagens que identificam claramente o que é violência física, sexual e psicológica, apresentam estatísticas e ressaltam a importância da denúncia dos agressores. “Neste ano, nossa ênfase novamente é quanto à proteção das crianças, cada vez mais vulneráveis, principalmente como podemos acompanhar nas recentes notícias sobre prisão de pedófilos em vários países. Mas estamos empenhados em diminuir a violência doméstica como um todo”, comenta Wiliane. O folheto voltado às crianças dá dicas práticas, por exemplo, para que os pequenos se afastem de possíveis agressores e pedófilos. Indica, entre diversas recomendações, que “ninguém tem o direito de tocar as partes íntimas do seu corpo. Diga não até mesmo a parentes e amigos que fizerem isso”. Os materiais podem ser obtidos no site oficial do projeto que é http://www.quebrandoosilencio.org.br/. O Programa está marcado para o dia 22 de agosto, onde em 16 pólos, estarão acontecendo mobilizações diversas. Entrega de panfletos, carreatas, passeatas, e pontos de informações sobre violência, com palestras, encenações, musicas, tudo voltado ao tema da Violência Doméstica. Cada pólo conta com 1000 pessoas assistindo e participando do evento. Autoridades, juízes, médicos, psicólogos e demais profissionais da área, darão palestras e orientações. Os pólos serão:
1. Colégio Adventista de São Luis – Maranhão Novo 2. Praça da Ressurreição – Anjo da Guarda 3. Praça das Sete Palmeiras – Vila Embratel 4. Praça da Vila Nova – Vila Nova 5. Escola Adventista da COHAB - Cohab 6. Parque Folclórico (em frente ao Castelinho) 7. Praça CAIC Habitar – Cidade Operária 8. Escola Dom Delgado - Vila Cascavel 9. Av. Paraíso – Jardim Tropical 10. BR. 135 - Tirirical 11. Associação Vila Sarney – S.J Ribamar 12. Praça Viva Ribamar – S. J. Ribamar 13. Colégio Antonio Vieira – S. Cristóvão 14. Praça do Bairro de Fátima – Bairro de Fátima 15. Igreja do Paranã - Maiobão 16. Bairro João Paulo
De acordo com os dados fornecidos pelo Disque 100, o Maranhão ocupa o terceiro lugar no ranking de denúncias, o que significa uma média de 79,26 por 100 mil habitantes. Sendo que a média no Brasil é de 48,63 por 100 habitantes. De 2003 a 2009 foram realizados 4.850 denúncias de violência física e psicológica no Maranhão. De negligência foram registrados 2.574 casos de negligência, 1.078 de abuso sexual, 668 de exploração sexual, 22 de pornografia infantil e 17 casos de tráfico de crianças. Apesar de o estado do Maranhão está em terceiro lugar no ranking das denúncias em todo o país, não quer dizer que a população esteja mais consciente. Esses abusos geralmente são denunciados por vizinhos, amigos e ou pessoas próximas aos abusados. Queremos que a própria vítima seja o denunciante, daí a importância em divulgar os canais onde elas podem fazer estas denúncias, pois quando se tem informação, se perde o medo. Entre esses canais está o Ministério Público, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, além dos telefones do Disque-Denúncia (3223 5800 - capital e 0300 31 35 800 - interior) e do 190.
UMA BOA TARDE E MUITO IMPORTANTE PATICIPAR E ACABAR COM ESSA PALHAÇADA DE AGREDIR AS MULHERES OU ABUSAR DE CRIANÇAS INOCENTES.
WILLIAM SANTOS.

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