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sexta-feira, 22 de maio de 2009

SEXUALIDADE.

GALERA CONFERE ESSA NOVA POSTAGEM COM CARINHO. Artigos sobre sexualidade na mídia leiga

- Sexo quase real: Aparelho ligado ao computador imita a sensação de estar transando com uma mulher. Vitor Murad
Um novo meio de prazer solitário e testado por um ex-engenheiro da Nasa promete proporcionar sensações incríveis para o homem sem que ele toque em uma mulher. O “Real Touch” – ou toque real, em português – é a mais recente novidade para aqueles que curtem um momento quente somente usando a imaginação e sem se preocupar com o fato de estarem usando um aparelho. A peça custa cerca de US$ 150 e ainda não é comercializada no Brasil. O Real Touch é plugado a uma porta USB do computador e o homem pode introduzir o pênis e ter a sensação de que está penetrando uma mulher. Auxiliado por vídeos de filmes voltados para adultos e devidamente sincronizado com os movimentos, ele promete dar prazer ao homem como se estivesse realmente tendo relações sexuais. O aparelho é uma espécie de trilho duplo de borracha com um reservatório de lubrificante à base de água, o que protege o pênis de machucados. Na parte de higiene, no entanto, o produto deixa a desejar. Por ter componentes eletrônicos, o Real Touch não pode ser colocado debaixo d’água para a limpeza. Você usaria? Apesar de não ser ainda vendida no Brasil, a novidade já divide as opiniões no universo masculino. O iG conversou com alguns rapazes para saber o que eles pensam do aparelho. Engenheiro aeronáutico, Marcel Passos, de 32 anos, vê o mais novo meio de prazer solitário com restrições. Para ele, o uso constante pode tornar os homens, principalmente os mais jovens, sem saber o que fazer quando tiverem uma mulher de verdade pela frente. “O cara não pode se acostumar com esse tipo de coisa. Imagine quando tiver uma de verdade pela frente? Vai procurar a portinha USB e esperar ser reconhecido?”, disse, aos risos. Michel Sertório, empresário de 28 anos, acredita que nada pode superar a sensação de conquista e o prazer com uma mulher de verdade. “Eu não experimentaria isso. Até porque mulher é o que não falta. Não há necessidade de algo artificial. Mas não recrimino que tenha gostos excêntricos. Entre esse outro meio, sou mais o famoso cinco contra um.” “Eu tenho vontade de experimentar. Gosto de coisas novas e acredito que pode apimentar minha relação quando estiver com minha namorada. Ela gosta de ver coisas diferentes e pode se sentir estimulada”, comentou Giuliano Costa, 25 anos, estudante de Direito. Outro curioso é Frederico Mesquita, também estudante de direito. “Brincar com um desses não faz com que eu não transe com uma mulher. Qual o problema? Adoro tecnologia...”
http://estilo.ig.com.br/noticia/2009/05/11/sexo+quase+real+5701926.html

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